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TRECHO DO LIVRO - “PREGAÇÃO & SALVAÇÃO: APROUVE A DEUS SALVAR OS QUE CREEM PELA LOUCURA DA PREGAÇÃO”

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TRECHO DO LIVRO - “PREGAÇÃO & SALVAÇÃO: APROUVE A DEUS SALVAR OS QUE CREEM PELA LOUCURA DA PREGAÇÃO” Quantas vezes já ouvimos o ditado: “ A letra mata ”? Então, se esse ditado fosse verdadeiro da forma como muitos o interpretam, deveríamos desistir de estudar a Palavra de Deus? Será que, por isso, não precisamos mais nos dedicar ao estudo, pois o Espírito Santo nos lembrará de tudo? Você já ouviu pessoas dizerem isso? Mas foi isso que Deus disse? Ou será que o Espírito Santo nos lembrará daquilo que Jesus disse, conforme está escrito?  A verdade é que a Bíblia não afirma que “ a letra mata” no sentido que alguns sugerem. Infelizmente, há cristãos “ espirituais demais ” resistentes ao uso da razão e do estudo teológico, que utilizam esse versículo isoladamente para desprezar o conhecimento bíblico. O texto mais citado é: “Ele nos capacitou para sermos ministros da nova aliança, não da lei escrita, mas do Espírito. A lei escrita termina em morte, mas o Espírito dá vida”...

​​A LETRA QUE MATA ?

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A LETRA QUE MATA  ​ “Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.”  (2 Coríntios 3.6) ​Para compreendermos esse texto, precisamos primeiro entender que, quando Paulo diz que “ a letra mata ”, ele não está desmerecendo o estudo, a gramática ou a teologia. Ele se refere à Lei de Moisés, gravada em pedras, que, quando separada da graça de Cristo, torna-se um “ Ministério da Condenação ”. A Lei, embora perfeita, apontava o pecado, mas não oferecia o poder para vencê-lo. Ela “ matava ” porque sentenciava o homem por sua incapacidade de cumpri-la plenamente. ​Trazendo essa verdade para os nossos dias, quando estudamos a Bíblia somente como literatura, história ou filosofia, arriscamos lidar somente com a “ letra ”. O estudo isolado da experiência espiritual torna-se estéril; ele informa o intelecto, mas carece de poder para regenerar o coração. O racionalismo puro na teologia pode, infelizment...

A SEMANA SANTA: DO SACRIFÍCIO À VITÓRIA DA VIDA

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A SEMANA SANTA: DO SACRIFÍCIO À VITÓRIA DA VIDA “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa  Pregação, e também é vã a vossa fé.” (1 Coríntios 15.14) A Semana Santa não é somente um feriado no calendário ou uma tradição que se repete mecanicamente ano após ano. Para o cristão, ela representa o “Coração do Tempo”. Este período é o momento em que a Igreja é convidada não somente a recordar, mas a reviver os acontecimentos que mudaram o destino da humanidade. É fundamental compreender que o propósito da Semana Santa não é nos tornar “pessoas boas” por somente quarenta dias, uma semana ou uma sexta-feira, para depois retornarmos às velhas práticas, às maldades e ao egoísmo de sempre. Viver uma “santidade com data de validade” é uma ilusão e um profundo autoengano. A Bíblia é clara: a ressurreição de Cristo não aconteceu para que tivéssemos um comportamento religioso temporário, mas para nos transformar em “novas criaturas” (2 Cor 5.17) . Se a nossa “ bondade ” termina no Domingo de ...

REVISTA LIÇÕES BÍBLICAS ADULTOS 2º TRIMESTRE DE 2026

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REVISTA LIÇÕES BÍBLICAS ADULTOS 2º TRIMESTRE DE 2026 Tema: Homens dos quais o mundo não era digno: o legado de Abraão, Isaque e Jacó. O estudo apresenta uma jornada profunda pelas raízes da nossa fé. Ao longo de 13 lições, somos convidados a olhar para os patriarcas não como heróis impecáveis, mas como homens comuns que, por meio da confiança em Deus, tornaram-se pilares da história da salvação. O chamado de Abrão, enfatizando a coragem de deixar o conhecido pelo desconhecido sob a palavra de Deus. Estudaremos a Aliança Abraâmica, na qual Deus promete não apenas uma terra, mas uma descendência que abençoaria todas as famílias da terra. A importância dessas lições reside em entender que a fé exige renúncia e paciência, especialmente quando as promessas parecem demorar, como no nascimento de Isaque. Aprendemos que Deus trabalha no impossível para glorificar Seu nome. ​Isaque muitas vezes é visto como uma figura de transição, mas sua importância é vital. Ele personifica a submissão e a pa...

NOSSOS FILHOS

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NOSSOS FILHOS Estamos gastando o tempo ensinando no caminho, ou aparecemos somente quando eles saem dele? “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos a ira, mas criai-os na disciplina (παιδεία / paideia ) e na admoestação (νουθεσία / nouthesia ) do Senhor.” (Efésios 6:4) Paideia ( Disciplina ) No contexto bíblico, não se refere a castigo, mas a um treinamento estruturado. É o “treino” da vida, estabelecer limites, rotinas e hábitos saudáveis. Nouthesia ( Admoestação ) Literalmente significa “colocar na mente”. Enquanto a paideia foca no comportamento e no treinamento, a “noutesia” foca na instrução verbal e no conselho. É conversar com o coração do filho, explicando o “ porquê ” das coisas, e não apenas o “ faça porque eu mandei ”. A orientação de Paulo é surpreendentemente atual e desafia dois extremos comuns: o autoritarismo e a permissividade. Paulo começa com uma advertência: “Não provoqueis vossos filhos a ira.” Ele sabia que o exercício da autoridade pode facilmente se tornar t...

“NEM TODOS QUE ESTÃO NO MESMO BARCO VIVEM A MESMA REALIDADE”

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Uma imagem que nos faz refletir  “NEM TODOS QUE ESTÃO NO MESMO BARCO VIVEM A MESMA REALIDADE” Enquanto alguns desfrutam da brisa e da mesa farta, outros, invisíveis, sustentam o movimento do barco com suor. A superfície celebra e o porão geme. A cena ecoa a advertência do apóstolo Paulo em Primeira Epístola aos Coríntios 12:26: “Se um membro sofre, todos sofrem com ele.” Quando a dor de uns não alcança a consciência de outros, o corpo já está adoecido. No Reino de Deus, estar no mesmo barco significa carregar o peso uns dos outros ou o barco inteiro arrisca naufragar. — Rafael Assiz  MAIS CONTEÚDOS

DESACREDITAR DO PODER TRANSFORMADOR DE DEUS é REDUZIR O EVANGELHO A ACONSELHAMENTO MORAL.

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JÁ DESACREDITOU DOS OUTROS E DE VOCÊ? Há um silêncio perigoso que, às vezes, cresce em nós, não é o silêncio da oração, mas o da dúvida. É quando olhamos para uma situação endurecida, uma vida desfigurada pelo pecado, um coração fechado, uma história marcada por fracassos, ou diante do espelho, e, sem perceber, começamos a pensar: “Aqui nem Deus muda mais.” Esse pensamento não nasce da Bíblia; nasce do cansaço. As Escrituras confrontam essa incredulidade com a força de uma pergunta divina. Em Jeremias 32:27, o Senhor declara: “. . . acaso, haveria coisa demasiadamente difícil para mim?” A pergunta divina não busca informação; ela confronta a nossa limitação. Quando desacreditamos de alguma situação, no fundo estamos medindo o poder de Deus pela régua da nossa experiência. O mesmo princípio ecoa no Novo Testamento. Em Efésios 2:1, Paulo afirma estarmos “mortos” em delitos e pecados. Mortos, não enfermos, não fragilizados, mas mortos. A conversão, portanto, não é reforma moral; é res...